Clínica Neurológica das Americas

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Depoimentos

  • Círculo  Vicioso

ninguem_esta_livre_deste_maDormir quatro horas por noite fazia parte da rotina da empresária Maria Lúcia Santini. Trabalhando em um ritmo frenético e, ao mesmo tempo, tomando conta de outras atividades rotineiras, costumava ir deitar-se sempre por volta das onze horas da noite. Conseguia descansar por algumas horas e despertava em seguida. Tentava todas as “artimanhas” para voltar a dormir, mas nenhuma dava certo. “Lia, ficava deitada na cama tentando relaxar, tomava alguma coisa quente e nada adiantava; no outro dia, me sentia morta”, conta. As dores musculares logo apareceram. Além disso, Maria Lúcia vivia em constante mau-humor. “A maioria das pessoas tinham dificuldade em conviver comigo”, lembra. Ela passou por uma polissonografia (método que avalia a qualidade do sono e suas variáveis fisiológicas) que detectou um alto nível de estresse, além de fibromialgia (dor crônica nas articulações) e bruxismo (ranger os dentes durante a noite). “Tive também sérias alterações hormonais, tudo por causa do estresse e de dormir pouco”, reconhece a empresária.

  • A Conquista do Sono Tranquilo

Há alguns anos, a aposentada Dulce Percinito Faneco, de 62 anos, começou a acordar assustada: parecia que seus dentes haviam se quebrado. Nas duas primeiras vezes, ignorou, mas na terceira, se preocupou. “Procurei um psiquiatra achando que era algo relacionado com ansiedade e que ele poderia receitar um calmante para eu dormir melhor”, conta. Ela também passou por um cardiologista, chegou a fazer alguns exames, mas ninguém descobria a causa do seu problema. Por orientação do psiquiatra procurou um especialista em medicina do sono, que diagnosticou apneia do sono.

Durante anos, a aposentada sofreu muito. Os dentes acabavam quebrando por conta do esforço que fazia para tentar respirar quando ocorriam interrupções, pois apertava os dentes com muita força, involuntariamente. Estava sempre cansada e levantava com muita falta de ar. “Acordava e tinha de ir direto para uma janela respirar”, lembra. Além disso, seu sono era extremamente agitado. “Eu me debatia tanto e tinha tantas paradas que transpirava e acordava com o pijama todo molhado”.

  • Saúde para toda família

Dulce Faneco procurou tratamento e, após todos os exames, foi indicado o uso do aparelho chamado CPAP (Continuous Positive Airway Pressure), recomendado pela médica neurofisiologista Olga Judith Hernandéz Fustes. O aparelho consiste em uma turbina que, girando a uma rotação pré-determinada por exames (cada paciente necessita de determinado volume de ar), leva essa “respiração artificial” até a laringe, com o uso de uma máscara de silicone colocada sobre o nariz. Na maioria dos casos, pressões baixas já são suficientes.

“O uso do aparelho é recomendado principalmente para os portadores de apneia do grau três, que é considerada a mais severa”, explica a especialista. Esse distúrbio do sono caracteriza-se por mais de 30 paradas respiratórias por hora, como era o caso de Dona Dulce. “Eu tinha muitas interrupções, mas mesmo assim fiquei assustada quando vi o resultado do exame. A Dra. Olga me indicou o uso do aparelho, que consegui emprestado até o meu ficar pronto”, diz a paciente. De acordo com a neurofisiologista, casos como o da aposentada costumam afetar a qualidade do sono de toda a família. Na maioria das vezes, o cônjuge é o mais prejudicado, porque está mais próximo e acaba acordando com ruídos e as interrupções da apnéia do companheiro. Portanto, segundo especialistas, a utilização do aparelho ajuda até a combater os problemas de relacionamento, de saúde e de desarmonia na família.

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